Advogada especialista na defesa dos direitos das pessoas com autismo (TEA)

O autismo garante diversos direitos previstos em lei.
O problema é que muitas famílias sequer sabem que eles existem.

Receba orientação jurídica personalizada para entender quais direitos podem ser aplicados ao seu caso e quais medidas podem ser tomadas.

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Cada caso é analisado de forma individual.

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O que fazemos

Você enfrenta alguma dessas situações?

É comum que famílias de pessoas com TEA encontrem dificuldades para exercer direitos garantidos por lei.

Negativa de tratamento pelo plano de saúde ou limitação das sessões de terapia

Se o plano de saúde negou terapias, reduziu a quantidade de sessões ou recusou tratamentos prescritos pelo médico, é possível buscar a defesa dos seus direitos para garantir o atendimento adequado.

Necessidade de professor de apoio pela Escola ou Universidade

A escola/universidade não pode negar, sem justificativa legal, o suporte necessário para garantir a inclusão e o desenvolvimento do aluno com TEA quando houver indicação e necessidade de adaptação.

Negativa de Isenção de IPVA

Pessoas com TEA podem ter direito à isenção de IPVA, conforme a legislação do seu estado. Em caso de negativa, é possível analisar a situação e buscar o reconhecimento desse direito.

Negativa de Isenção de Tributos na compra de veículo zero

A legislação prevê isenções tributárias para aquisição de veículo em diversas situações envolvendo pessoas com deficiência, incluindo casos de TEA. Se o pedido foi negado, é possível verificar se a decisão foi correta.

Pedido de benefício no INSS – BPC/ LOAS

Pessoas com TEA que atendam aos requisitos legais podem ter direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), mesmo sem nunca terem contribuído para o INSS, para isso é necessário comprovar a existência da deficiência, bem como atender aos critérios de renda da lei de assistência social.

Pedido de benefício no INSS – Aposentadoria PCD

Dependendo do histórico de contribuições, pessoas com deficiência podem ter acesso a regras diferenciadas para aposentadoria, garantindo uma aposentadoria mais cedo e com salário maior.

Pedido de benefício no INSS – Pensão por morte vitalícia para o filho PCD

Filhos com deficiência podem ter direito à pensão por morte de forma vitalícia, desde que sejam preenchidos os requisitos legais.

Redução da Jornada de trabalho para funcionário público com TEA ou pai/mãe de criança com TEA

Servidores públicos, ou responsáveis por pessoas com TEA, têm direito à redução da jornada de trabalho, sem que haja redução dos vencimentos.

Saque de FGTS para pessoa com TEA ou pai/mãe de criança com TEA

Em determinadas situações, a legislação permite o saque do FGTS para auxiliar no tratamento e nas necessidades da pessoa com doença grave, apesar do TEA não se encaixar nesse critério, a justiça tem permitido o saque do FGTS para custear as despesas da pessoa ou dependente com TEA.

Restituição integral de despesas escolares no imposto de renda

Esse direito ampara quem tem filho em escola particular. A justiça tem assentado o entendimento que, apesar das crianças ou adolescentes com TEA estudarem em escola de ensino regular, as despesas escolares devem ter restituição no imposto de renda sem limite de restituição.

Cada caso merece uma análise individual.

Nem toda negativa está correta.
Uma avaliação jurídica pode identificar quais direitos podem ser buscados no seu caso.

seus direitos

O autismo é reconhecido como deficiência pela legislação brasileira.

Isso garante uma série de direitos que muitas famílias desconhecem.

Cada situação possui requisitos específicos.

Por isso, antes de aceitar uma negativa do plano de saúde, da escola ou de qualquer órgão público, é importante verificar se ela realmente está de acordo com a legislação.

Uma análise jurídica pode evitar que direitos importantes deixem de ser exercidos.

Como funciona

Da negativa à busca pelo seu direito

1

Primeiro contato

Você apresenta sua situação e esclarece as principais dúvidas.

2

Análise jurídica

A documentação e os fatos são avaliados para verificar quais direitos podem ser buscados.

3

Definição da estratégia

São indicadas as medidas jurídicas mais adequadas para o seu caso.

4

Acompanhamento

Você recebe acompanhamento durante todas as etapas do procedimento.

sobre mim

Dra. Gislaine Braz

Graduada em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), com pós-graduação em Processo Civil pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Possui formação complementar voltada à defesa dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e das pessoas com deficiência, com destaque para os cursos “Entendendo o TEA” (UNIVESP), “Expert em Direito da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e Pessoa com Deficiência” (FAciencia) e “Imersão em Direitos da Pessoa com Deficiência”, promovido pela ESA Nacional em conjunto com a Comissão da Pessoa com Deficiência do Conselho Federal da OAB.

É membra da Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB de Ribeirão Preto/SP.

Seu trabalho é pautado por um atendimento humanizado, linguagem clara e atuação técnica, buscando orientar cada cliente de forma personalizada diante das particularidades do seu caso.

FAQ

Perguntas frequentes

O plano de saúde pode limitar ou negar as terapias para pessoas com TEA?
Não. Quando há prescrição médica e o tratamento é necessário, a negativa ou a limitação das sessões pode ser questionada na justiça. Um advogado pode analisar a situação e orientar sobre as medidas cabíveis.
Cada caso deve ser analisado individualmente. Quando existe necessidade comprovada, a legislação garante o direito ao profissional de apoio para assegurar a inclusão e o desenvolvimento do aluno.
Em muitos estados, sim. No entanto, as regras variam conforme a legislação estadual. Caso o pedido seja negado, é importante verificar se a decisão está de acordo com a lei.
Sim, há previsão em lei que garante esse benefício. Se o pedido foi recusado, é recomendável analisar os motivos da negativa para verificar se ela foi correta.
O benefício pode ser concedido às pessoas com TEA que atendam aos requisitos previstos em lei, como critérios relacionados à deficiência e à renda familiar (pai, mãe, filhos, enteados…).
Sim, as pessoas com TEA podem obter a aposentadoria PCD, desde que tenha trabalhado pelo menos 33 anos, quando homem e 28 anos quando mulher.
Sim. A lei prevê a existência desse direito para o filho com deficiência.
Sim. A lei prevê a existência desse direito para o filho com deficiência.
Sim, o saque pode ser autorizado pela justiça para atender necessidades relacionadas ao tratamento da pessoa com TEA.
Sim, esse entendimento é predominante na justiça. É necessário que o dependente estude em escola particular.

Os direitos da sua família não precisam ficar apenas no papel.

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